VP do Flamengo lamenta fim da MP do Mandante, mas garante: “Filme não acabou”

Rubro-Negro apoiava a mudança na legislação e foi um dos pioneiros pela causa

O vice-presidente geral do Flamengo, Rodrigo Dunshee, lamentou a perda do prazo de votação da MP984, conhecida popularmente como MP do Mandante. A Medida Provisória, assinada no dia 18 de junho pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), alterava a Lei Pelé e concedia ao mandante exclusividade na negociação pelos direitos de transmissão das partidas, caducou no último dia 15 sem sequer ser votada.

“A MP do mandante perdeu a validade dia 15, por não ter sido votada a tempo no Congresso. Perdemos uma oportunidade histórica, mas tenho certeza que esse filme não acabou. A lei do mandante é a base da mudança. Liberdade é o marco zero”, publicou Dunshee em seu Twitter.

O Flamengo foi um dos pivôs para a criação da MP desde a briga com a Globo durante o Campeonato Carioca. Sem contrato com a emissora, o clube não teve grande parte dos seus jogos transmitidos no torneio. Logo após a Medida Provisória recebeu apoio de outras equipes da Série A do Brasileirão, que inclusive estamparam a frase “Futebol + Livre” no uniforme em alguns jogos do campeonato.

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A promessa do VP Rodrigo Dunshee é que o “filme não acabou”. A tendência é que os clubes sigam em busca da mudança definitiva na lei. Enquanto isso, porém, volta a valer o texto antigo da Lei Pelé, que dá o direito de arena para as duas equipes em campo, seja mandante ou visitante.

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