Marcos Braz esfria busca de reforços e explica prioridade do Flamengo no mercado da bola

Mengão está atento ao mercado da bola, porém, não tem pressa para se reforçar

Com a abertura da janela de transferências para times brasileiros, surgiram boatos de que o Flamengo estava interessado em Nicolas de la Cruz, do River Plate, da Argentina. Porém, a diretoria rubro-negra tem outro objetivo para trabalhar com o elenco: manter os emprestados.

Consultado pelo Blog do Jorge Nicola, para falar sobre o meia-atacante uruguaio, o vice-presidente de futebol rubro-negro, Marcos Braz, foi curto e grosso.

A prioridade é comprar os jogadores emprestados”, declarou o dirigente de futebol.

Segundo apuração do #Rubro-Negro, a direção do Flamengo trabalha para conseguir manter no clube em definitivo Thiago Maia, Pedro e Pedro Rocha. Inclusive, já tem conversas em andamento com Lille, da França, Fiorentina, da Itália, e Spartak Moscou, da Rússia.

Nos contratos de empréstimo fechados no começo do nao, o Mengão havia chegado a um acordo pelo preço fixado de compra para evitar longas negociações – e pressão da torcida – em caso de valorização dos atletas.

O desejo do Flamengo, no entanto, é prolongar por mais um período o empréstimo dos atletas para ter tempo hábil de juntas os valores de compra (cerca de R$ 130 milhões). Ou, em último caso, fechar negócio em ‘suaves’ parcelas por causa do rombo no caixa causado pela pandemia do novo coronavírus.

Rombo no caixa do Flamengo

Para se ter uma ideia do impacto no caixa do Flamengo, o vice-presidente de relações externas, Luiz Eduardo Baptista, o Bap, revelou no último mês de junho que a direção rubro-negra previu prejuízo de cerca de R$ 80 milhões.

No começo da temporada, o clube carioca, de acordo com o Globoesporte.com, projetava faturar R$ 726 milhões com direitos de TV, patrocínios, bilheterias e estádio, sócio-torcedores, venda de atletas e social na temporada de 2020.

Entretanto, com o efeito do covid-19, o clube terá grande perda já que os lucros de bilheteria e estádio, por exemplo, não devem nem chegar perto dos R$ 108 milhões projetados em razão das partidas sem torcida.

 

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