Léo Moura reprova saída de Rafinha e relembra passagem pelo Flamengo: “Peguei o osso”

Lateral-direito fez história no Flamengo entre as temporadas de 2005 e 2015 e sonha com jogo de despedida

A saída de Rafinha do Flamengo para o Olympiacos, da Grécia, pegou a todos de surpresa. Uma das principais peças do time rubro-negro decidiu voltar para Europa em razão de um bom contrato por já está em fim de carreira, mas sua atitude foi reprovada por Léo Moura.

Em participação no podcast ’30 minutos de Flamengo’, do ‘O GLOBO’, o atleta de 40 anos reprovou a decisão de Rafinha independentemente da oferta financeira fosse maior que a do Mengão.

Se eu tivesse no lugar dele, dificilmente sairia. Ele passou muito anos na Europa, voltou ao Brasil para o Flamengo, eu não optaria por sair mesmo pela questão financeira. Pegou muita gente de surpresa, pois estava totalmente ambientado. Eu saí por questões pessoais, com relação a treinador, diretoria. Nem sabia do jogo de despedida“, recordou Léo Moura.

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Léo Moura jogou no Flamengo de 2005 a 2015, disputou um total de 500 jogos e conquistou títulos estaduais, brasileiro e de Copa do Brasil. O lateral-direito só deixou o clube por conta de um desentendimento com o técnico Vanderlei Luxemburgo.

O jogador que defende o Botafogo-PB comparou seu período no Mengão com o atual de Rafinha e afirmou categoricamente que fez mais pelo clube carioca por ter encarado momentos bem difíceis.

Não sei se ele estivesse na época que eu joguei, se teria o mesmo sucesso“, explicou Léo Moura, em referência ao fato de Rafinha ter chegado com o clube saneado financeiramente e com um time forte montado.

Se for analisar friamente, tem que ver o tempo e a história que cada um teve. Eu não conquistei Libertadores, ele conquistou. Eu conquistei Copa do Brasil, duas, ele não. Realmente, tive sucesso, mas peguei o osso. Posso dizer com propriedade que a minha história é totalmente diferente da do Rafinha no Flamengo. Se eu to nesse time de hoje aí, vou te falar“, acrescentou.

Léo Moura não consegue esquecer o desejo de voltar a jogar no Flamengo para fazer a despedida oficial do futebol.

Esse ano seria o último. Mas vejo que ainda da pra jogar. Só que o lado de ficar com a família tem pesado. Por isso, o pensamento de ir até o fim do campeonato e, sei lá, fazer um Estadual com a camisa do Flamengo só pra encerrar. Eu queria muito, era um sonho encerrar a carreira no Flamengo“, finalizou.

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