Flamengo x Boavista na FlaTV bate recorde de audiência na web e Landim vibra: “Vai ficar na história”

Mengão fez história no Brasil ao transmitir sua partida através das redes sociais

Além da vitória tranquila por 2 a 0 sobre o Boavista, válida pela quinta rodada da Taça Rio, o Flamengo bateu o recorde de audiência de transmissão esportiva na internet com a exibição da partida via seus canais oficiais.

De acordo com as métricas de Faceook, YouTube, Twitter e MyCujoo, a partida de encerramento do Grupo A da Taça Rio atingiu a marca de 2 milhões e 200 mil espectadores simultâneos por volta das 22h14 (horário de Brasília) – o recorde antigo era de 2 milhões e 100 mil.

Após a partida, o presidente do Flamengo, Rodolfo Landim, celebrou os altos índices de audiência, crê que o dia entrou para a história do futebol brasileiro e já espera atingir números ainda maiores com o duelo da semifinal do estadual no próximo domingo (5).

A gente fica feliz nesse processo de democratização com participação direta da nossa torcida, agradeço as contribuições que a torcida fez. É importante, algo especial, dia especial, vai ficar na história, a Fla TV com 4,2 milhões de inscritos, mais de 14 milhões de visualizações. Vamos esperar sábado, a gente espera outra grande demonstração e transmissão, porque teremos mando de campo“, disse o mandatário.

O jogo transmitido pela FlaTV contou com a narração de Emerson Santos e comentários de Alexandre Tavares e o ex-goleiro rubro-negro Raul Plassmann. Além disso, o Mengão contratou a produtora PlaRec Produções para auxiliar na transmissão do confronto e teve cerca de 13 câmeras dentro de campo.

POR QUE O FLAMENGO TRANSMITIU A PARTIDA?

Sem ter vendido os direitos de transmissão do Campeonato Carioca ao Grupo Globo, o Flamengo ganhou o direito de exibir seus jogos como mandante ou vendê-los de forma individual a outras emissoras graças a MP 984, editada pelo presidente Jair Bolsonaro (Sem Partida).

A emissora carioca tentou derrubar a transmissão pelo Youtube via liminar na Justiça, alegando que a medida provisória não teria poder sobre contratos em vigor, mas sofreu derrota em primeira instância e viu a Justiça do Rio de Janeiro não julgar o recurso antes do duelo desta quarta-feira (1).

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