Everton Ribeiro comenta corte salarial e analisa possível retorno do futebol

Para o meia, jogos sem torcida diminuem a vantagem do mandante

O Flamengo realizou nesta quarta-feira (10) a primeira entrevista coletiva desde o retorno às atividades. No sala só estavam o narrador Emerson Santos, da Fla TV, e o meia Everton Ribeiro. As perguntas foram enviadas previamente pelos setoristas do clube. O capitão Rubro-Negro avaliou a volta aos treinos e analisou o cenário de jogos sem torcida.

“A gente sabe que é um momento diferente, mesmo não sabendo quando vão ser os jogos. A gente vem se preparando para, quando tiver uma data, a gente estar pronto e poder voltar em alto nível. Vamos ter que nos adaptar à nova maneira. Reparamos que as equipes que jogam em casa não têm tanta vantagem quanto antes. Temos que pensar nisso, ir nos preparando, principalmente o psicológico para saber que é um novo momento, sem torcida no estádio. O #Flamengo vem se preparando, vem discutindo sobre uma volta mais para frente. Primeiro era se organizar para poder treinar e se preparar. Acredito que quando voltar vai ser corrido. Temos que estar prontos“, disse.

Everton Ribeiro também comentou o corte salarial realizado durante a pandemia. Segundo ele, tudo aconteceu muito rápido e de forma unânime, pois os jogadores sempre estiveram dispostos a contribuir.

“Na hora que o Flamengo nos chamou, estivemos à disposição. As reuniões foram rápidas, até perguntamos sobre os funcionários, mas eles falaram que isso é de cima, coisas que acontecem para gerenciar o Flamengo. Estávamos à disposição até antes do corte. A gente discutia com a diretoria, passava para o grupo. Era 100% de aceitação. Isso foi muito rápido. A conversa não durou uma semana. A gente procurou ser o mais rápido possível para ajudar o Flamengo, que tanto nos ajuda”, afirmou o meia, que finalizou elogiando o protocolo de segurança do Flamengo.

“Que o Estado possa fazer um protocolo de segurança como o Flamengo faz para nós. Acho que é isso que a população mais quer: segurança. Queremos isso para todos. Acredito que o Flamengo tem feito de tudo para a gente ter a segurança de poder trabalhar, se preparar. Estar seguro de estar no campo, fazer nosso trabalho. Esperamos que os outros clubes também se estruturem”, encerrou.

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